Religiões afro-brasileiras: diversidade de interpretações

 

Mucuiú, motumbá, kolofé, axé, saravá,

Hoje retomamos alguns pontos levantados em nosso último vídeo para discorrer como as religiões afro-brasileiras interagem entre si e sobre os diferentes níveis de interpretação e compreensão dentro de cada núcleo. Assim, em cada Escola das religiões afro-brasileiras os adeptos constroem suas percepções na medida em que reconhecem e dialogam com as matrizes formadoras.

Mãe Maria Elise Rivas
Íyá Bê Ty Ogodô
Mestra Yamaracyê

 

 

 

Umbanda e sua diversidade: Penetrando os meandros da Umbanda Tântrica

 

Mucuiú, motumbá, kolofé, axé, saravá,

A OICD é uma Escola de Iniciação e, entre os núcleos em que atuamos com desenvolvimentos iniciáticos, hoje rememoramos vídeo de Babá Rivas Ty Ògìyàn (Mestre Arapiaga) discorrendo sobre a Umbanda Tântrica.

Mãe Maria Elise Rivas
Íyá Bê Ty Ogodô
Mestra Yamaracyê

 

 

 

Sou gente do terreiro. Sou gente que defende cultura de paz
 
 
Mucuiú, motumbá, kolofé, saravá, axé,

As religiões afro-brasileiras são essencialmente coletivas. No entanto, em nossas vidas, quantas vezes nos pautamos no bem-estar coletivo ao tomar determinadas atitudes? No domingo teremos uma decisão ainda mais grave, haja vista a eleição e delegação de poder a quem por direito velará – ou não – pelos direitos sociais, quer seja favorecendo grupos exclusivos, quer seja abarcando a maior diversidade possível. O momento do voto aparentemente nos parece representar o que cada um quer para o país, embora seja também um momento em que refletimos o que queremos para nós, isto é, bem-estar individual, seletivo, ou bem-estar para mais pessoas, além de nós mesmos, coletivo. Como Íyálorìṣá todos os dias devo, sob os pés dos Òrìsà, zelar pelo destino de todos os meus filhos, de todas as minhas filhas de santo, devo, várias vezes ao dia, olhar e zelar por outras pessoas. Essa tradição me antecede e me sucederá, e esse é um dos valores do “povo de santo”. Desejo que todas e todas, no domingo próximo e, o quanto possível, em cada atitude do dia a dia, opte pela paz e pelo amor, pelo respeito à vida de todos e todas.

Mãe Maria Elise Rivas
Íyá Bê Ty Ogodô
Mestra Yamaracyê
 
 
 
 
 

INAUGURAÇÃO DO PALÁCIO DO EXU DESATA NÓ

 

Mucuiú, motumbá, kolofé, axé, sarava!

 

Ontem, à Rua Chebl Massud, 157, em São Paulo, inauguramos o Palácio do Exu Desata Nó.

De portas abertas a todas e todos, sem distinção – e gratuitamente –, demos início a nosso primeiro Toque de Kimbanda neste espaço: a Casa estava preenchida, por nossa comunidade em peso, pelas tantas pessoas que acompanham a OICD há anos e mesmo por aquelas que vieram pela primeira vez, bem como por Pais e Mães de Santo que vieram compartilhar e viver o axé. Sim, pois Exus e Pombagiras são agentes distribuidores do axé, que se manifestaram na noite de ontem. proporcionando o êxtase da alegria, pois, segundo as palavras do Exu Desata Nó: “o êxtase ocorre quando se rompe o limite da consciência”.

Leia mais: Inauguração: Palácio do Exu Desata Nó

Religiões afro-brasileiras: poder ideológico e a cultura de paz desenvolvida nos terreiros
 
 
Mucuiú, motumbá, kolofé, axé, saravá!
 
As religiões afro-brasileiras têm como pressuposto a vida em comunidade sob uma doutrina de respeito ao diverso, da busca de auxílio espiritual e busca da felicidade de seus adeptxs e clientes tendo como modelo nossos Orixás e Ancestrais (caboclo de pena, baiano, boiadeiro, Exu, pombagira, preto velho, ciganos, marinheiros entre outros) que representam a minoria, que na realidade são maioria, de nosso país.  Este respeito tem de ultrapassar as paredes dos terreiros e invadir as ruas e seus votos. Não cultivamos o ódio em nossos terreiros, logo como adeptos devemos preservar uma conduta alicerçada no respeito.
 
Mãe Maria Elise Rivas
Íyá Bê Ty Ogodô
Mestra Yamaracyê
 
 
 
 
 
 
Votar com lucidez, respeito e de modo pacífico e coerente como aprendemos com nossos Orixás e ancestrais
 
 
Mucuiú, motumbá, kolofé, axé, saravá!
 
As religiões afro-brasileiras têm como pressuposto a vida em comunidade sob uma doutrina de respeito ao diverso, da busca de auxílio espiritual e busca da felicidade de seus adeptxs e clientes tendo como modelo nossos Orixás e Ancestrais (caboclo de pena, baiano, boiadeiro, Exu, pombagira, preto velho, ciganos, marinheiros entre outros) que representam a minoria, que na realidade são maioria, de nosso país.  Este respeito tem de ultrapassar as paredes dos terreiros e invadir as ruas e seus votos. Não cultivamos o ódio em nossos terreiros, logo como adeptos devemos preservar uma conduta alicerçada no respeito.
 
Mãe Maria Elise Rivas
Íyá Bê Ty Ogodô
Mestra Yamaracyê
 
 
 
 
 
 
EXUS E POMBAGIRAS: QUESTÕES DE GÊNERO
 
 
 
Mucuiú, motumbá, kolofé, axé, saravá!
 
Mulher pode incorporar Exu, agora homem pode incorporar Pombagira? Aproveitamos o ensejo de nossos preparativos para a inauguração do Rito de Kimbanda no Palácio do Exu Desata Nó para discorrer mais sobre essas entidades do panteão afro-brasileiro.
 
Mãe Maria Elise Rivas
Íyá Bê Ty Ogodô
Mestra Yamaracyê
 
 
 
 
 
 
 
O assunto também já abordado por Mãe Maria Elise Rivas no capítulo intitulado "Nem Maria, nem Eva: apenas pombagira", no livro "Exu e pombgira", organizado por F. Rivas Neto e publicado pela Arché Editora.