EXU, MAGIA E LIBERDADE

 

Mucuiú, motumbá, kolofé, aranauan, axé!

A seguir, aduzimos texto e vídeo de Babá Rivas Ty Ògìyàn sobre Exu. Laroyê, Exu!

Mãe Maria Elise Rivas

Íyá Bê Ty Ogodô

Mestra Yamaracyê

30 de setembro de 2018

Leia mais: Exu, Magia e Liberdade

Exu e o Inconsciente

 

Neste vídeo, discorremos como Exu é responsável pelos processos de transformação dos inconscientes individuais e inconsciente coletivo.

 

Mãe Maria Elise Rivas

Mestra Yamaracyê

Íyá Bê Ty Ogodô

 

 

 

 

UMA CASA DE INICIAÇÃO E SUA CONTINUIDADE

 

“A cobertura que recebemos não menos responsável por nossa parte a fazer”. Estas são palavras de um filho de santo em nosso grupo de discussões internas e apontam que o caminho não é uma via única: receber do sobrenatural e dos pais e mães de santo. Todos temos responsabilidades em nossos atos e devemos responder por eles, bem como sermos capazes de ir em busca e caminhar. Não há aprendizado ou iniciação sem esforço e sem assumir nossas responsabilidades durante o percurso. O primeiro deles é encontrar a casa de santo e ser aceitx como filhx de santo, pois você está atrás de uma casa, mas ela, por meio da sacerdotisa ou sacerdote, precisa aceitá-lx, como dizia meu Babá/Mestre: “não basta querer”. São os pais ou mães de santo quem decidem sua aceitação e permanência.

Leia mais: Uma casa de iniciação e sua continuidade

Tradição?

 
    Vou voltar no tempo e falar como fui apresentada à palavra tradição, pois, naquele momento, não entendia o que significava em sua profundidade, ela realmente era mais uma palavra em meu parco vocabulário.
    Quem me apresentou a esta palavra? Um homem singelo, elegante, sério e sábio que a falava com amabilidade e respeito, Babá Rivas Ty Ògìyàn, Mestre Arapiaga. Ele me fez pensar o que era esta famigerada tradição. Falava que ela era antiga, que, de tão antiga, chegava nos primórdios da humanidade. Uma tradição que tinha em si um conhecimento, um método e uma ética. Uma tradição que só era possível alcançar voando para meu próprio início, para além das aparências, para além do que conseguia ver, ouvir, sentir ou tocar... Imaginava não estar ao meu alcance. 
 

Leia mais: Tradição?

O diálogo como caminho para compreensão da diversidade das RABs

 

 

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